Revisão iPad Pro de 13 polegadas (Chip M5, 8ª geração - 2025, Wi-Fi, 256 GB): um substituto de laptop que brilha em trabalhos visuais

O iPad Pro de 13 polegadas (Chip M5, 8ª geração - 2025, Wi-Fi, 256 GB) é a máquina definitiva para profissionais de criação, editores de vídeo, designers e desenvolvedores que precisam de altíssimo poder de processamento móvel e uma tela impecável. No entanto, se você é um estudante ou usuário casual focado apenas em navegação, anotações e filmes no sofá, este dispositivo não é para você. O preço elevado e as dimensões avantajadas não justificam a compra para o dia a dia comum.
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Prós
- Tela com brilho extremo e pretos absolutos
- Velocidade impecável em edições pesadas
- Espaço de tela excelente para dividir janelas
- Câmera bem posicionada para reuniões
Contras
- Desajeitado e pesado para segurar com uma mão
- Preço altíssimo para a maioria dos usuários
O que esperar no uso real
Durante testes com renderizações em 4K e multitarefa avançada, o chip M5 sobra em poder de fogo, processando comandos pesados sem qualquer engasgo. A principal atração é o painel Ultra Retina XDR. Na prática, isso resulta em contraste perfeito e um nível de brilho que impressiona em conteúdos com suporte a HDR.
A área útil da tela de 13 polegadas permite utilizar duas janelas simultâneas no iPadOS 26 com grande conforto visual. Além disso, a câmera frontal posicionada na borda horizontal mantém o usuário centralizado naturalmente em videochamadas, semelhante à experiência que se tem em um notebook convencional. Contudo, essa proporção de tela cobra seu preço na portabilidade. Pesando cerca de 579 gramas e com o formato semelhante ao de uma folha A4, é um aparelho desajeitado para se manusear deitado ou suspender com apenas uma mão. Seu uso ideal é apoiado em uma mesa ou no colo, de preferência em conjunto com teclados dedicados.
Para quem o investimento faz sentido?
Recomendamos o iPad Pro de 13 polegadas (Chip M5, 8ª geração - 2025, Wi-Fi, 256 GB) estritamente para profissionais cujo trabalho dependa de precisão de cores, de renderização acelerada e de mobilidade. Para esse nicho de criadores de conteúdo, o ganho de eficiência nas ferramentas criativas compensa o preço cobrado.
Para outras pessoas, o custo não compensa, principalmente porque o sistema operacional do tablet, mesmo com melhorias nas janelas flutuantes, ainda possui limitações clássicas no gerenciamento complexo de arquivos em segundo plano, o que impede que ele substitua por completo um computador de mesa tradicional em qualquer cenário.
Ficha técnica
- Ano de lançamento: 2025
- Processador: Apple M5 (CPU de 9 núcleos, GPU de 10 núcleos com ray tracing)
- Tela: 13 polegadas Ultra Retina XDR (Tandem OLED)
- Taxa de atualização: ProMotion (10 Hz a 120 Hz)
- Memória RAM: 12 GB unificada
- Armazenamento: 256 GB
- Câmera traseira: 12 MP (f/1.8) com scanner LiDAR
- Câmera frontal: 12 MP TrueDepth na borda horizontal
- Conectividade: Wi-Fi 7 (802.11be), Bluetooth 6, porta Thunderbolt / USB 4
- Dimensões: 281,6 mm x 215,5 mm x 5,1 mm
- Peso: 579 g
- Sistema: iPadOS 26
Recursos extras
A tecnologia Tandem OLED da tela utiliza duas camadas emissivas de luz sobrepostas. Isso é essencial para atingir picos de até 1.600 nits em HDR, eliminando totalmente o vazamento de luz (blooming) ao redor de objetos brilhantes em fundos escuros. O dispositivo também conta com o chip Apple N1 para viabilizar conexões Wi-Fi 7, reduzindo drasticamente o tempo de espera para baixar arquivos muito pesados ou enviar projetos finais em redes compatíveis. Por fim, o Scanner LiDAR integrado ao módulo de câmeras melhora o foco rápido e permite mapeamentos de ambiente precisos em aplicativos de realidade aumentada.